segunda-feira, 29 de abril de 2013

PLANO DE INTERVENÇÃO MODELO NOVO



METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO
 
IDENTIFICAÇÃO
ACADÊMICO(A):__________________________________________________________
TURMA:________________________________________________________________
ANO:_________________________________TURNO:___________________________

Contextualizar o campo de intervenção, nos seguintes aspectos:
Educando
Faixa etária
Diagnóstico
Estrutura do pensamento:
  1. Sincrético
  2. Por complexo
  3. Categorial/Conceitual
    Organização do atendimento:
  • Período de atendimento: de (mês) ... a (mês) ...
  • Freqüência (número de vezes por semana para atendimento ao aluno):
  • Tempo de atendimento (em horas ou minutos):
  • Composição do atendimento: ( ) individual ( ) coletivo
  • Outros:

Objetivo Geral:
(Identificar quais as Habilidades que você considera necessário que o aluno desenvolva: raciocínio, pensamento abstrato, planejamento, classificação/categorização, etc)

Objetivos Específicos:
( o que pretendo desenvolver no aluno frente a sua necessidade de aprendizagem

Estratégia Metodológica:
( Descrever a proposta de intervenção a ser realizadas; as estratégias precisam ir ao encontro do objetivo)

Recursos Didáticos:
(quais instrumentos serão utilizados para realização da proposta de atividade; os instrumentos necessitam atender a estratégia metodológica, aos objetivos que tenho com o aluno e principalmente atender a necessidade do aluno)

Avaliação:
(Destacar os elementos para a próxima intervenção)

Referências
(anexar as referências utilizadas para este plano de intervenção)





BLOG SEGUNDOS PROFESSORES SDR CHAPECÓ

Olá queridos colegas!!!

Acessem ao blog dos segundos profes da nossa regional e confira o que tem por lá.

http://segundosprofes.blogspot.com.br/


Regional de Chapecó entrega equipamentos para alunos com deficiência
Chapecó (08/03/2013)
O diretor-geral da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) de Chapecó, Gilberto Ari Tomasi, e a gerente de Educação, Ana Vedana, fizeram a entrega nesta sexta-feira, 8, de equipamentos de acessibilidade para alunos com deficiência física e visual que frequentam a rede estadual de ensino. As escolas receberam cinco notebooks e duas lupas eletrônicas para alunos com baixa visão. O objetivo do Governo do Estado, através da Gerência de Educação da SDR de Chapecó, é dar condições para que todos tenham acesso ao conhecimento.
É fundamental respeitar todas as pessoas na sua individualidade e garantir os princípios de igualdade de condições de acesso à participação em um sistema inclusivo de educação”, disse a gerente de Educação. Uma das ações proporcionadas nessa inclusão é a garantia da acessibilidade no ambiente físico e oferta de atendimento em serviços educacionais especializados. “Disponibilizamos atendimento em classe com segundos professores, segundos professores bilíngue, intérpretes, atendimento domiciliar, instrutores de libras e recursos didáticos pedagógicos que garantam comunicação, informação e aprendizagem”, complementa Vedana.
A Escola de Educação Básica (EEB) Lara Ribas recebeu um notebook e uma lupa eletrônica. Para uso de uma aluna com deficiência física e surdez e para capacitação de libras, três notebooks foram entregues a EEB Marechal Bormann, além de uma lupa eletrônica. Um notebook também foi entregue à EEB Lourdes Tonin, para um aluno com deficiência física. “Garantir os direitos das pessoas com deficiência no espaço escolar contribui com uma sociedade mais humana, mais inclusiva e mais feliz”, comenta Gilberto Tomasi.

 
Publicado por:   Douglas Dorneles.

Escola de Chapecó introduz cinoterapia ao currículo escolar


Escola de Chapecó introduz cinoterapia ao currículo escolar
Chapecó (13/04/2013)
Uma aula diferente que estimula a afetividade das crianças, por meio de contato com um cachorro. Assim são as segundas-feiras na Escola Estadual Básica Irene Stonoga, em Chapecó. Alunos das 4ª, 5ª e 6ª séries do Ensino Fundamental participam toda semana da aula de cinoterapia, onde a atração principal é a Fênix, um cão da raça labrador, que é utilizada como meio facilitador no processo de ensino-aprendizagem.
O projeto-piloto desenvolvido pelo curso de Fisioterapia da Unochapecó, em parceria com a Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) de Chapecó e o Corpo de Bombeiros, além de trabalhar com crianças com algum tipo de deficiência ou transtornos invasivos de desenvolvimento, integra também todos os alunos. “Como é inclusão, todos fazem a atividade juntos para que possam se sentir parte do processo”, comenta a coordenadora do projeto, Michele Minozzo dos Anjos.
Segundo o cabo Zambom, do Corpo de Bombeiros, os benefícios da terapia com cães são inúmeros. “As crianças se sentem mais empolgadas. As aulas de cinoterapia melhoram a concentração, memória, atenção, coordenação motora e a autoestima de todos os alunos”, destaca. Michele acrescenta ainda que a cinoterapia favorece a socialização, abre espaço para a convivência em grupo e ajuda na inclusão de crianças com necessidades educativas especiais.
Os resultados já são notados na escola. A diretora da EEB, Mariana Corti, destaca que a indisciplina diminuiu e que o relacionamento entre os alunos melhorou. “A avaliação é muito positiva. Melhorou principalmente a concentração dos alunos na sala”, disse. A aula deu tão certo que já faz parte do currículo escolar. “Nossa ideia, agora, é ampliar para todas as turmas da escola”, complementa a diretora.
O que é cinoterapia?
Nova abordagem terapêutica tem como diferencial o uso de cães como coterapeutas no tratamento físico, psíquico e emocional de pessoas com necessidades especiais. Ajuda a realizar atividades lúdicas que estimulam o equilíbrio, a fala, a expressão de sentimentos, a imaginação e o autoconhecimento. Profissionais das áreas de saúde e educação utilizam esse instrumento como reforçador, estimulador e facilitador da reabilitação e reeducação global.

 
Publicado por:   Douglas Dorneles.
http://www.cco.sdr.sc.gov.br/




CINOTERAPIA NA EEB PROFª IRENE STONOGA

Crianças desenvolvem atividade terapêutica com cães

26/03/2013.
Foto Principal desta Notícia

O curso de Fisioterapia da Unochapecó iniciou uma atividade diferenciada com estudantes da Escola Básica Professora Irene Stonoga. A ação “Cinoterapia no Processo de Inclusão Escolar” é desenvolvida desde 18 de março em parceria com o Corpo de Bombeiros de Chapecó e consiste em promover a integração entre os estudantes através de atividade terapêutica com cães.
A cinoterapia faz parte do projeto “Atenção Fisioterapêutica Integral em Saúde”, coordenado pelas professoras Franciane Barbieri Fiório e Michele Minozzo dos Anjos, e é desenvolvida pela instituição desde 2011. Até o primeiro semestre do ano passado foi realizada com crianças atendidas no Estágio Supervisionado em Fisioterapia Neurológica, da Clínica Escola de Fisioterapia da Unochapecó. Neste ano, o projeto  foi reestruturado com o objetivo de incluir a cinoterapia no ambiente escolar, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência e como facilitador do processo de ensino aprendizagem. A partir de indicação da Gerência de Educação Especial do Estado, o estabelecimento escolhido para a realização do piloto foi Escola Básica Professora Irene Stonoga, que recebe a atividade toda segunda-feira durante a manhã.
O projeto objetiva proporcionar a atividade de cinoterapia às classes escolares que apresentam crianças com deficiência. Com o auxílio do animal, são realizadas atividades motoras que visam a boa postura, o equilíbrio e a coordenação. A ação visa, também, estabelecer com os estudantes regras de convívio e boas maneiras para o andamento das atividades escolares e auxiliar os professores nas disciplinas utilizando o cão como instrumento facilitador e motivador.
De acordo com a professora Franciane Barbieri, são percebidos bons resultados a partir da cinoterapia, desde o inicio das atividades. “A evolução, tanto física quanto de comportamento, é evidente nas crianças que participaram das atividades com cães. Elas se divertem e acabam se soltando mais facilmente para a realização dos alongamentos”. Franciane destaca, ainda, que essa avaliação positiva foi determinante para a decisão de expandir a ação para as escolas.
Primeira impressão
Nesta primeira experiência, a bolsista de extensão Renata Luiza Carlet, o cabo Idanir José Zambon e a cachorra Fenix foram recebidos com entusiasmo pelas três turmas que participaram da atividade. Cada turma, após receber orientações, foi encaminhada separadamente para o ginásio de esportes da escola, onde os participantes interagiram entre si e com o animal, jogando, cada um na sua vez, uma bolinha para a Fenix ou imitando os movimentos dela.
De acordo com a gestora escolar, Mariana Bauermann Corti, o colégio Irene Stonoga foi convidado no ano passado para fazer parte da cinoterapia e neste ano o projeto se concretizou. “Nós estamos com muita expectativa de que o programa dê certo  e se estenda para outras turmas. É algo diferente, fora da rotina deles, estamos percebendo uma reação positiva por parte dos alunos que participaram e muitos pedidos dos que ainda não receberam a atividade”, comenta.

foto
O cabo Zambon, que trabalha com a cinoterapia em instituições de Chapecó, como  a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Adevosc e o Centro Associativo de Atividades Psicofísicas Patrick (Capp), há mais de sete anos, destaca que a partir dessa primeira atividade na escola já pode sentir que vai gerar bons resultados. “As crianças estão aceitando a proposta e interagindo muito bem entre si e com a Fenix, e o mais importante é que estão aprendendo a se organizar, que é uma das principais finalidades do projeto”, indica ele.
Apaixonada por cães, Victória Dall Agnol, do sexto ano, ficou encantada com a atividade e, principalmente, com a Fenix. “Eu gostei muito porque eu amo cachorros e tenho vários em casa; é bom poder brincar com um na escola também. Acho que toda turma se divertiu bastante”, conta a aluna.

https://www.unochapeco.edu.br/fisioterapia/noticias/criancas-desenvolvem-atividade-terapeutica-com-caes

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Encerramento Curso de LIBRAS


Experiência de alunos vira tema de livro sobre inclusão em Chapecó


Chapecó (28/11/2012)

A EEB Irene Stonoga, de Chapecó, completa em 2012, 50 anos de trabalhos voltados à comunidade. E neste sábado, 1º , durante a Mostra Pedagógica, será lançado um livro que se tornou o principal projeto para comemorar meio século de história. Além do resgate histórico realizado durante o ano, os estudantes editaram o livro “O Meu Amigo Saimon”. Um apanhado de experiências que alunos da 7ª Série, turma 71, tiveram quando conviveram dois dias com um boneco com o mesmo nome do personagem do livro.
O trabalho acompanhado inicialmente pelas professoras Jussani Derussi e Tatiane Piaseski dos Santos, envolveu também os demais profissionais da escola a partir das informações levantadas. “Tudo começou com a produção de um boneco de pano, que por votação recebeu o nome de SAIMOM”, disse a gestora Mariana Bauermann Corti. A partir disso veio a experiência gratificante para toda a comunidade escolar. Cada aluno levou o boneco Simon para casa por dois dias. Como se tratava de inclusão social, os estudantes precisavam conviver com o boneco em todos os lugares, desde a casa até o jogo de futebol. A descrição deste momento por cada aluno foi o passo seguinte. “Os alunos relataram a trajetória, estada, anseios, dúvidas, experiência de vida, sentimentos e o que mais que achasse importante relatar. O diálogo com a família também melhorou segundo os relatos”, garante a gestora.
Com a elaboração do texto, os professores fizeram as devidas correções, deram opiniões e a partir deste momento nasceu a idéia de socializar o conteúdo para fora da escola, surgindo a idéia de editar um livro. A comunidade escolar se reuniu e passou por cima do principal problema: a questão financeira. Os pais, presentes nas reuniões e felizes com a idéia, buscaram apoio na comunidade e garantiram a edição do livro. Foram menos de duas semanas a partir da busca de recursos até a edição de “O Amigo Saimon”.
Neste sábado, a partir das 14h, a alunos, pais, professores e direção farão o lançamento destas experiências de inclusão dos estudantes que iniciaram com um boneco de pano e finalizaram com um livro sobre inclusão. “Estamos encantados com o projeto. Muitos adolescentes retomaram o diálogo familiar através da visita do boneco. Temos que aplaudir iniciativas como esta”, finalizou Ana Vedana, gerente regional de educação da SDR Chapecó.

      
Publicado por: Rafael Henzel.
SDR Chapecó