SERVIÇO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO - 4ª SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL - CHAPECÓ/SC
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Deficiência intelectual
1. Ofereça sempre ao aluno com
deficiência intelectual (DI) o mesmo que oferece aos outros. Não se
esqueça que a sua escrita, os seus desenhos, as suas realizações,
muitas vezes apresentadas por garatujas, objetos sem forma, têm
valor social e não linguístico ou figurativo. por isso, se os
outros alunos vão ao quadro fazer uma tarefa, chame-o também.
Dê-lhe todos o material utilizado na escola - cadernos, livros,
estojos, tesoura, etc.
2. Para garantir sempre a
participação do aluno com DI nas atividades consideradas muito
elevadas para o seu grau cognitivo, busque embutir nelas algum
elemento que lhe chame a atenção. Por ex. no quadro registre com
cores diferentes as operações de expressão matemática complexa.
Faça desenhos para ilustrar os textos, enfeite o quadro com molduras
de flores, letras, números, bonecos. Todos esses elementos
contribuem para chamar a atenção dos alunos.
3. Faça um portfólio do aluno
com DI, vá colocando numa pasta tudo o que ele produzir durante o
ano. No final poderá ter uma visão mais detalhada do seu processo
de evolução e, dessa forma, dar continuidade ao trabalho com maior
segurança. Esse procedimento também contribui para a avaliação da
família e muitas vezes dele próprio. Ao observar os seus trabalhos,
o aluno com DI pode vir a construir um conceito de continuidade ou
visão de si mesmo.
4. Procure proporcionar ao
aluno com DI tantas tarefas quantas forem dadas aos outros. Por ex.
quando precisar mandar recados a outro professor ou à secretaria da
escola, peça-lhe que o faça. Nesse caso é preciso que todos os
alunos e funcionários estejam avisados de que ele poderá ter essa
incumbência e, portanto, circular livremente pela escola.
5. Criar ambiente de aula que
favoreçam a aprendizagem, tais como atelier, cantinhos, oficinas,
etc.
6. Promover o desenvolvimento
de atividades adaptativas: sociais, de comunicação, cuidado pessoal
e autonomia.
http://gigi-amancio.blogspot.com.br/
Abraços!
Profe : Leony, SAEDE Lara Ribas
ENCONTRO DE SAEDE – 21/05/2013 – Terça-feira
CAPACITAÇÃO E ORGANIZAÇÃO PARA 2013
Capacitação - "Conhecendo o aluno baixa visão e cego"
Cronograma de datas:
07/06 -
Horário - 13:30 às 17:30 horas - Local – EEB LOURDES LAGO
13/06 - Horário - 13:30 às 17:30 horas - Local –
EEB LOURDES LAGO
19/06 - Horário - 13:30 às 17:30 horas - Local –
EEB LOURDES LAGO
21/06
– Horário – 7:45 às 11:45 horas - Local
– EEB LOURDES LAGO - BRAILE
21/06 –
Horário – 13:30 às 17:30 horas - Local – EEB LOURDES
LAGO - TDAH
25/06 –
Horário – 13:30 às 17:30 horas - Local – EEB LOURDES
LAGO
Capacitação
de Julho – comunicação posterior
Organização de cronograma de atendimentos às professoras de
SAEDE – Segue posteriormente.
Cronograma demais capacitações do Ano 2013
– Total de 32 horas – contando com:
dia 21/05 – Plano de
Intervenção Individual
dia 21/06 – TDAH
dia 12/08 – ESTRUTURA
DO PENSAMENTO
dia 11/09 –
TRANSTORNOS FUNCIONAIS ESPECÍFICOS – Dislexia
dia 17/10 – AUTISMO
dia 08/11 – PEDAGOGIA HOSPITALAR
OBS.: Dias sujeitos a alterações.
Há possibilidades de criar grupos, que irão trabalhar com as
temáticas.
LIBRAS nível II – a
intenção é começar em junho, nos horários das 17:30 às 20:30,
com o dia da semana a definir com os instrutores surdos.
Documentos a serem enviados para a integradora no setor de
Educação Especial até o dia 05 de
cada mês:
LISTA DE PRESENÇA – CONSTANDO O RESUMO DAS ASSESSORIAS
CRONOGRAMA DE ATENDIMENTOS
Encontro de SAEDE dia 27/03/2013 - quarta-feira
- Reunião de programação para o ano.
- Importante: Está havendo um movimento para que a escola particular cumpra a lei, quanto ao oferecimento do serviço do segundo professor.
- Sempre fazer o relatório de desenvolvimento de cada aluno com TDAH, pois o registro dá a sustentação e confirmação de tal desenvolvimento.
- Organizar os grupos de trabalho de acordo com as necessidades e nível de desenvolvimento.
- Grupos de trabalho: a intenção é de fazer o encontro de assessoria da parte da integradora, ou seja, de acordo com agendamento, nós professores do serviço, iremos até a integradora.
- Capacitação de LIBRAS continua, LIBRAS II para quem já iniciou, e LIBRAS I para iniciantes.
- Simone, Silvania, Ângela e Ana, irão contribuir com a capacitação na Área visual, Orientação e mobilidade e como trabalhar com o aluno com baixa visão.
- O curso de TDAH, vai acontecer a qualquer momento.
- Acontecerá um seminário de estágio (mês de junho), acontecerá na sexta e no sábado. Inicialmente uma palestra de formação e após oficinas (variadas).
- Serão enviados os seguintes documentos: Planos de intervenção, arquivo de adaptação curricular, lista de presença, ficha de assessoria....
- Quanto ao relatório descritivo do aluno (deverá ser entregue ao professor do ensino regular bimestralmente).
- Quanto ao relatório do professor do ensino regular: -o ideal seria que o professor entregasse ao serviço bimestralmente.
- As assessorias deverão ser feitas especialmente para o professor titular.
- Acontecerá também uma formação de adaptação curricular com produção de material.
- Recurso do MEC - PDDE -Virá este ano.
- Placa na porta da sala - aviso de que está em atendimento.
Estrutura do pensamento
Sincrético – a palavra neste estágio tem um significado
difuso e não direcionado. Na percepção, no pensamento e na ação
a criança tende a misturar os mais diferentes elementos em uma
imagem desarticulada. A análise e síntese estão impregnadas de
subjetividade – fantasia.
Etapas: Tentativa e erro
Organização do campo visual
Reorganização dos grupos
Complexos – as relações se estabelecem não apenas por
impressões subjetivas, mas por elos reais que existem entre os
objetos. O pensamento por complexos já apresenta coerência e
objetividade, no entanto a relação ocorre em função de
componentes concretos e factuais. Desta forma qualquer conexão pode
servir de elo intermediário para uma nova categorização. A
principal função dos complexos é estabelecer elos e relações,
dando início à unificação das impressões desorganizadas.
Categorial/Conceitual– capacidade de abstrair e isolar os
elementos do todo. Análise e síntese se complementam. A formação
de conceitos ocorre mediante a operação intelectual em que todas as
funções mentais elementares entram em uma combinação específica.
Essa operação é dirigida pelo uso de palavras como meio para
centralizar ativamente a atenção, abstrair determinados traços,
sintetizá-los por meio de um signo.
Surgimento do dia do professor
O Dia do
Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e
quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15
de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza
D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino
Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e
lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto
falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário
dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam
aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A
idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse
sido cumprida.
Mas foi
somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a
primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou
em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta,
onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como
“Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de
01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo
este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um
dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento
e análise de rumos para o restante do ano.
O
professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de
15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos
traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os
professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia
estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o
Brasil.
A
celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e
pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente
como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de
1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para
comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de
ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do
mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as
famílias".
Material
enviado pela profª Leony, SAEDE Lara Ribas
Afinal, o que é a dislexia?
A importância do problema, um estudo sobre a prevalência da dislexia em crianças portuguesas concluiu que 5,4% das crianças revelavam dificuldades em ler e escrever. Deste modo, uma em cada 25 crianças portuguesas sofre de dislexia, dados semelhantes aos de outros países.
Definição
de dislexia
A
dislexia caracteriza-se peladificuldade inesperada no processo
de aquisição daleitura. Diz-se inesperada, porque as restantes
capacidades cognitivas do indivíduo e as condições educativas de
que dispõe são consideradas adequadas ou superiores à média.
A
dislexia deve-se a um problema neurobiológico nas áreas do cérebro
que ajudam na descodificação da linguagem escrita. Além do
distúrbio da leitura, a dislexia pode afetar, de forma isolada
ou em combinação, as capacidades de escrita e/ouaritmética.
Em qualquer dos casos, é o uso da linguagem simbólica que está
perturbado.
A
dislexia não interfere diretamente com a capacidade
de pensar ou entenderideias complexas. Aliás, a
maioria das pessoas com dislexia tem uma inteligência considerada
normal e muitas têm desempenhos acima da média em áreas que não
dependem diretamente da leitura e escrita (arte, desporto).
Sintomas
Uma
pessoa com dislexia apresenta dificuldades em ligar os sons às
respetivas letras/sílabas, o que dificulta o reconhecimento das
palavras e, por conseguinte, a aprendizagem da leitura e a
compreensão de frases. Assim, a verdadeira dislexia é bem mais do
que a simples confusão ou troca de letras.
Os
sintomas da dislexia incluem:
-
Leitura lenta, silábica e com erros;
-
Confusão ou troca, omissão ou adição de letras e sílabas;
-
Dificuldade em reconhecer palavras escritas e em definir o
significado de uma frase simples;
-
Vocabulário pobre, incorreções na ortografia e sintaxe, textos
desestruturados;
-
Dificuldade em exprimir, sob a forma de texto organizado, as ideias e
pensamentos.
Como
referido, os distúrbios na capacidade de leitura que
definem a dislexia, podem ocorrer associados a problemas na
aprendizagem da escrita e da matemática.
Será
mesmo uma dislexia?
Existem
outras causas para uma aprendizagem disfuncional. Má visão,
distúrbios emocionais, atraso mental, doenças do cérebro e certos
fatores culturais e educacionais podem causar dificuldades de
aprendizagem.
Os
especialistas podem diagnosticar a dislexia dois anos após o início
da aprendizagem da leitura, mas poderão existir suspeitas em idade
pré-escolar, pelo que os encarregados de educação e educadores
devem estar alerta para a deteção precoce dos casos.
Tratamento
Cada
pessoa com dislexia requer uma estratégia terapêutica
individualizada e as dificuldades de leitura podem persistir toda a
vida. O reforço positivo não deve ser esquecido, pois muitas
crianças com dificuldades de aprendizagem têm uma baixa autoestima.
O acompanhamento psicológico pode ser uma ajuda importante.
Complicações
Algumas
complicações da dislexia são:
-
Problemas escolares, incluindo problemas comportamentais;
-
Perda da autoestima;
-Problemas
de leitura que persistem na idade adulta e que podem perturbar o
desempenho no trabalho.
Prevenção
Os
casos de dislexia tendem a ocorrer entre familiares. Assim, as
famílias afetadas devem estar alerta e reconhecer precocemente os
sintomas. A intervenção precoce melhora o
prognóstico destes casos.
LM,
NPS
COPIADO
DO SITE:http://sersaude.com/2013/02/27/afinal-o-que-e-a-dislexia/
Material
enviado pela profª Leony, SAEDE Lara Ribas
Dificuldade de Aprendizagem: familia e escola numa abordagem sistêmica
Autoras:
Rosa Maria da Motta Azambuja (Ucsal)
Profa.
Dra.Miriã Alves Ramos de Alcântara
Resumo:
Para analisar a dificuldade de aprendizagem do sujeito aprendente é
de fundamental relevância a abordagem sistêmica voltada a família
e a escola, contextos fundamentais para o desenvolvimento da criança
que influenciam e sofrem profundas alterações do contexto
sociocultural mais amplo. Este processo ganha relevância científica,
uma vez que família e escola é palco de encontro das relações
entre gerações distintas. A revisão da literatura reúne
abordagens atuais acerca da relação e das divergências entre
família e escola na educação de crianças, especialmente quando a
criança tem o diagnóstico de dificuldade de aprendizagem. O estudo
tem o objetivo de analisar o discurso da teoria sistêmica acerca das
relações da criança com dificuldade de aprendizagem, discutindo do
ponto de vista da organização dos contextos, os conceitos de
autopoiese e feedback e quanto aos atores envolvidos, os conceitos de
vínculo e individuação, a fim de discutir a posição de crianças
nos dinamismos familiares e escolares, indicando dificuldades,
aproximações, motivações, conflitos e rupturas para com as
perspectivas de socialização de pais e professores. Responsáveis
por condições que favorecem a inserção social, a família e a
escola interagem com a incipiente implementação das ações
políticas voltadas às crianças. Este paradoxo insere-se na
padronização, característica da sociedade globalizada no
capitalismo avançado, descortinando elementos inovadores das trocas
intergeracionais que desafiam as estratégias educativas em seu
potencial de socialização.
________________________________
Trabalho
apresentado no 35º. Congresso Brasileiro de Pediatria em Salvador,
2011.
Material enviado pela profª Leony, SAEDE Lara Ribas
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