segunda-feira, 3 de junho de 2013

Encontro dia 21/05/2013

 




Deficiência intelectual


1. Ofereça sempre ao aluno com deficiência intelectual (DI) o mesmo que oferece aos outros. Não se esqueça que a sua escrita, os seus desenhos, as suas realizações, muitas vezes apresentadas por garatujas, objetos sem forma, têm valor social e não linguístico ou figurativo. por isso, se os outros alunos vão ao quadro fazer uma tarefa, chame-o também. Dê-lhe todos o material utilizado na escola - cadernos, livros, estojos, tesoura, etc. 


2. Para garantir sempre a participação do aluno com DI nas atividades consideradas muito elevadas para o seu grau cognitivo, busque embutir nelas algum elemento que lhe chame a atenção. Por ex. no quadro registre com cores diferentes as operações de expressão matemática complexa. Faça desenhos para ilustrar os textos, enfeite o quadro com molduras de flores, letras, números, bonecos. Todos esses elementos contribuem para chamar a atenção dos alunos. 


3. Faça um portfólio do aluno com DI, vá colocando numa pasta tudo o que ele produzir durante o ano. No final poderá ter uma visão mais detalhada do seu processo de evolução e, dessa forma, dar continuidade ao trabalho com maior segurança. Esse procedimento também contribui para a avaliação da família e muitas vezes dele próprio. Ao observar os seus trabalhos, o aluno com DI pode vir a construir um conceito de continuidade ou visão de si mesmo. 


4. Procure proporcionar ao aluno com DI tantas tarefas quantas forem dadas aos outros. Por ex. quando precisar mandar recados a outro professor ou à secretaria da escola, peça-lhe que o faça. Nesse caso é preciso que todos os alunos e funcionários estejam avisados de que ele poderá ter essa incumbência e, portanto, circular livremente pela escola. 


5. Criar ambiente de aula que favoreçam a aprendizagem, tais como atelier, cantinhos, oficinas, etc. 


6. Promover o desenvolvimento de atividades adaptativas: sociais, de comunicação, cuidado pessoal e autonomia.


http://gigi-amancio.blogspot.com.br/




Abraços!
Profe : Leony, SAEDE Lara Ribas

ENCONTRO DE SAEDE – 21/05/2013 – Terça-feira

CAPACITAÇÃO E ORGANIZAÇÃO PARA 2013



Capacitação - "Conhecendo o aluno baixa visão e cego"

Cronograma de datas:
07/06 - Horário - 13:30 às 17:30 horas - Local – EEB LOURDES LAGO

13/06 - Horário - 13:30 às 17:30 horas - Local – EEB LOURDES LAGO

19/06 - Horário - 13:30 às 17:30 horas - Local – EEB LOURDES LAGO

21/06 – Horário – 7:45 às 11:45 horas - Local – EEB LOURDES LAGO - BRAILE

21/06 – Horário – 13:30 às 17:30 horas - Local – EEB LOURDES LAGO - TDAH

25/06 – Horário – 13:30 às 17:30 horas - Local – EEB LOURDES LAGO



Capacitação de Julho – comunicação posterior


Organização de cronograma de atendimentos às professoras de SAEDE – Segue posteriormente.



Cronograma demais capacitações do Ano 2013 – Total de 32 horas – contando com:

dia 21/05 – Plano de Intervenção Individual

dia 21/06 – TDAH

dia 12/08 – ESTRUTURA DO PENSAMENTO

dia 11/09 – TRANSTORNOS FUNCIONAIS ESPECÍFICOS – Dislexia

dia 17/10 – AUTISMO

dia 08/11 – PEDAGOGIA HOSPITALAR

OBS.: Dias sujeitos a alterações.

Há possibilidades de criar grupos, que irão trabalhar com as temáticas.



LIBRAS nível II – a intenção é começar em junho, nos horários das 17:30 às 20:30, com o dia da semana a definir com os instrutores surdos.

Documentos a serem enviados para a integradora no setor de Educação Especial até o dia 05 de cada mês:

LISTA DE PRESENÇA – CONSTANDO O RESUMO DAS ASSESSORIAS

CRONOGRAMA DE ATENDIMENTOS




Encontro de SAEDE dia 27/03/2013 - quarta-feira

  • Reunião de programação para o ano.
  • Importante: Está havendo um movimento para que a escola particular cumpra a lei, quanto ao oferecimento do serviço do segundo professor.
  • Sempre fazer o relatório de desenvolvimento de cada aluno com TDAH, pois o registro dá a sustentação e confirmação de tal desenvolvimento.
  • Organizar os grupos de trabalho de acordo com as necessidades e nível de desenvolvimento.
  • Grupos de trabalho: a intenção é de fazer o encontro de assessoria da parte da integradora, ou seja, de acordo com agendamento, nós professores do serviço, iremos até a integradora.
  • Capacitação de LIBRAS continua, LIBRAS II para quem já iniciou, e LIBRAS I para iniciantes.
  • Simone, Silvania, Ângela e Ana, irão contribuir com a capacitação na Área visual, Orientação e mobilidade e como trabalhar com o aluno com baixa visão.
  • O curso de TDAH, vai acontecer a qualquer momento.
  • Acontecerá um seminário de estágio (mês de junho), acontecerá na sexta e no sábado. Inicialmente uma palestra de formação e após oficinas (variadas).
  • Serão enviados os seguintes documentos: Planos de intervenção, arquivo de adaptação curricular, lista de presença, ficha de assessoria....
  • Quanto ao relatório descritivo do aluno (deverá ser entregue ao professor do ensino regular bimestralmente).
  • Quanto ao relatório do professor do ensino regular: -o ideal seria que o professor entregasse ao serviço bimestralmente.
  • As assessorias deverão ser feitas especialmente para o professor titular.
  • Acontecerá também uma formação de adaptação curricular com produção de material.
  • Recurso do MEC - PDDE -Virá este ano.
  • Placa na porta da sala - aviso de que está em atendimento.







Estrutura do pensamento

Sincrético – a palavra neste estágio tem um significado difuso e não direcionado. Na percepção, no pensamento e na ação a criança tende a misturar os mais diferentes elementos em uma imagem desarticulada. A análise e síntese estão impregnadas de subjetividade – fantasia.
Etapas: Tentativa e erro
Organização do campo visual
Reorganização dos grupos

Complexos – as relações se estabelecem não apenas por impressões subjetivas, mas por elos reais que existem entre os objetos. O pensamento por complexos já apresenta coerência e objetividade, no entanto a relação ocorre em função de componentes concretos e factuais. Desta forma qualquer conexão pode servir de elo intermediário para uma nova categorização. A principal função dos complexos é estabelecer elos e relações, dando início à unificação das impressões desorganizadas.

Categorial/Conceitual– capacidade de abstrair e isolar os elementos do todo. Análise e síntese se complementam. A formação de conceitos ocorre mediante a operação intelectual em que todas as funções mentais elementares entram em uma combinação específica. Essa operação é dirigida pelo uso de palavras como meio para centralizar ativamente a atenção, abstrair determinados traços, sintetizá-los por meio de um signo.

Surgimento do dia do professor

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.

No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.

Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.

Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.

O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.

A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".
 
Material enviado pela profª Leony, SAEDE Lara Ribas

Afinal, o que é a dislexia?

A importância do problema, um estudo sobre a prevalência da dislexia em crianças portuguesas concluiu que 5,4% das crianças revelavam dificuldades em ler e escrever. Deste modo, uma em cada 25 crianças portuguesas sofre de dislexia, dados semelhantes aos de outros países.

Definição de dislexia
A dislexia caracteriza-se peladificuldade inesperada no processo de aquisição daleitura. Diz-se inesperada, porque as restantes capacidades cognitivas do indivíduo e as condições educativas de que dispõe são consideradas adequadas ou superiores à média.
A dislexia deve-se a um problema neurobiológico nas áreas do cérebro que ajudam na descodificação da linguagem escrita. Além do distúrbio da leitura, a dislexia pode afetar, de forma isolada ou em combinação, as capacidades de escrita e/ouaritmética. Em qualquer dos casos, é o uso da linguagem simbólica que está perturbado.
A dislexia não interfere diretamente com a capacidade de pensar ou entenderideias complexas. Aliás, a maioria das pessoas com dislexia tem uma inteligência considerada normal e muitas têm desempenhos acima da média em áreas que não dependem diretamente da leitura e escrita (arte, desporto).
Sintomas
Uma pessoa com dislexia apresenta dificuldades em ligar os sons às respetivas letras/sílabas, o que dificulta o reconhecimento das palavras e, por conseguinte, a aprendizagem da leitura e a compreensão de frases. Assim, a verdadeira dislexia é bem mais do que a simples confusão ou troca de letras.
Os sintomas da dislexia incluem:
- Leitura lenta, silábica e com erros;
- Confusão ou troca, omissão ou adição de letras e sílabas;
- Dificuldade em reconhecer palavras escritas e em definir o significado de uma frase simples;
- Vocabulário pobre, incorreções na ortografia e sintaxe, textos desestruturados;
- Dificuldade em exprimir, sob a forma de texto organizado, as ideias e pensamentos.
Como referido, os distúrbios na capacidade de leitura que definem a dislexia, podem ocorrer associados a problemas na aprendizagem da escrita e da matemática.
Será mesmo uma dislexia?
Existem outras causas para uma aprendizagem disfuncional. Má visão, distúrbios emocionais, atraso mental, doenças do cérebro e certos fatores culturais e educacionais podem causar dificuldades de aprendizagem.
Os especialistas podem diagnosticar a dislexia dois anos após o início da aprendizagem da leitura, mas poderão existir suspeitas em idade pré-escolar, pelo que os encarregados de educação e educadores devem estar alerta para a deteção precoce dos casos.
Tratamento
Cada pessoa com dislexia requer uma estratégia terapêutica individualizada e as dificuldades de leitura podem persistir toda a vida. O reforço positivo não deve ser esquecido, pois muitas crianças com dificuldades de aprendizagem têm uma baixa autoestima. O acompanhamento psicológico pode ser uma ajuda importante.
Complicações
Algumas complicações da dislexia são:
- Problemas escolares, incluindo problemas comportamentais;
- Perda da autoestima;
-Problemas de leitura que persistem na idade adulta e que podem perturbar o desempenho no trabalho.
Prevenção
Os casos de dislexia tendem a ocorrer entre familiares. Assim, as famílias afetadas devem estar alerta e reconhecer precocemente os sintomas. A intervenção precoce melhora o prognóstico destes casos.
LM, NPS


Material enviado pela profª Leony, SAEDE Lara Ribas

Dificuldade de Aprendizagem: familia e escola numa abordagem sistêmica

Autoras: Rosa Maria da Motta Azambuja (Ucsal)
Profa. Dra.Miriã Alves Ramos de Alcântara
Resumo: Para analisar a dificuldade de aprendizagem do sujeito aprendente é de fundamental relevância a abordagem sistêmica voltada a família e a escola, contextos fundamentais para o desenvolvimento da criança que influenciam e sofrem profundas alterações do contexto sociocultural mais amplo. Este processo ganha relevância científica, uma vez que família e escola é palco de encontro das relações entre gerações distintas. A revisão da literatura reúne abordagens atuais acerca da relação e das divergências entre família e escola na educação de crianças, especialmente quando a criança tem o diagnóstico de dificuldade de aprendizagem. O estudo tem o objetivo de analisar o discurso da teoria sistêmica acerca das relações da criança com dificuldade de aprendizagem, discutindo do ponto de vista da organização dos contextos, os conceitos de autopoiese e feedback e quanto aos atores envolvidos, os conceitos de vínculo e individuação, a fim de discutir a posição de crianças nos dinamismos familiares e escolares, indicando dificuldades, aproximações, motivações, conflitos e rupturas para com as perspectivas de socialização de pais e professores. Responsáveis por condições que favorecem a inserção social, a família e a escola interagem com a incipiente implementação das ações políticas voltadas às crianças. Este paradoxo insere-se na padronização, característica da sociedade globalizada no capitalismo avançado, descortinando elementos inovadores das trocas intergeracionais que desafiam as estratégias educativas em seu potencial de socialização.
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Trabalho apresentado no 35º. Congresso Brasileiro de Pediatria em Salvador, 2011.

Material enviado pela profª Leony, SAEDE Lara Ribas